terça-feira, 15 de junho de 2010

O sofrimento ganhou.

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brasil 2 X 1 Coréia do Norte.


Foi pra ver isso aí que o país inteiro parou?

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sábado, 12 de junho de 2010

Quando a festa for aqui.

Imagem:AFP
Assisti alguns trechos da abertura da Copa da África, e quando estavam tocando a música tema, achei que para a Copa do Brasil, se for pra botar um som empolgante, envolvente, que ao mesmo tempo em que anima representa a músicalidade do país, o tema brasileiro poderia sair de um bem bolado entre o Olodum da Bahia e alguma bateria de escola de samba do Rio. Iria botar todo mundo se saracoteando.

Aproveitando a mão na massa, interessante ver brasileiros e a própria bandeira brasileira em destaque. Se nossa Seleção estiver à altura e não der vexame, melhor ainda.

domingo, 6 de junho de 2010

Num pode mas pode.

O presidente Lula teria recebido a quinta multa por antecipação de campanha eleitoral. A questão não é se é a quinta ou a décima, é se vai mudar alguma coisa.

País do terceiro mundo é aquele em que as instituições existem mas não funcionam, são só de fachada, ou agem de acordo com interesses de quem são atreladas. Por isso, obedece quem quer, quando quer.

República de fachada, democracia de m...

sábado, 29 de maio de 2010

O Irã a caminho da bomba.

Os EUA tem criticado o gesto do Brasil e Turquia de negociar sobre energia atômica com o Irã. Que o acordo é simples balela não precisa nem falar. Há meses foi publicado nos jornais que o teocrata persa já possuia 5.000 centrífugas para enriquecimento de minério atômico, pouco depois descobriram uma usina secreta enfiada embaixo de uma montanha na região de Qom.

Alguém acredita que um iluminado numa conversa vai fazer com que se desmobilize todo esse investimento, todos os técnicos engajados irão para casa sem mais nem menos e tudo será interrompido? Só um mané que acredita em contos de corochinha pra achar isso.

Se o acordo entre Lula, Erdogan (Turquia) e Ahmadinejad (Irã) é conversa pra boi dormir, não faz o Irã mudar de posição, as sanções da ONU e dos EUA por outro lado também não têm servido pra muita coisa. Países que sofreram sanções dos EUA majoritariamente agiram como se nada estivesse acontecendo. A conversa (fiada)de Obama/Hillary de que vão impor sanções a Teerã não vai tirar o sono de Ahmadinejad.

Quem deve estar perdendo o sono são os reaças de Israel, pois além do Hesbollah, o Irã com a bomba estaria pronto pra bater de frente com o país dos que usam meio sutiã na cabeça.

Brasil e Turquia são massas de manobra na mão de Teerã, e os EUA, num segundo plano, também. Se quiserem de fato parar o plano persa de alcançar a 'arma das armas', teriam que partir para o que Israel há muito quis fazer e Obama não deixou, bombardear o complexo atômico do Irã.

Mais ou menos daqui a uma década quando o Irã assumir que tem a bomba, seja pelo simples fato de tê-la, ou se por acaso usá-la contra Israel, tem tudo para o Brasil principalmente, e a Turquia também, serem responsabilizados por isso.

Este é o capítulo que ninguém quer ver mas tem tudo para acontecer.

domingo, 23 de maio de 2010

Oferta de emprego aos camisas vermelhas da Tailândia

Se aí em Bangcoc o governo não deixa que protestem contra o primeiro-ministro corrupto, e ainda solta o exército, atiradores de elite e tanques em cima de vocês, venham para o Brasil. Há uma enorme carência desse tipo de iniciativa e mão-de-obra.

Não temos primeiro-ministro, mas temos vários ministros, ex-ministros, secretários corruptos, para não falar de ocupantes de outros cargos que também metem a mão na cumbuca na cara larga. Oferecemos farto ambiente de trabalho com corruptos de norte a sul do país, muitas ruas e avenidas para erguimento de barricadas, organização de passeatas, protestos etc. O único toque de recolher que tem por aqui é para recolher os 10%.

Não há necessidade de saber contra quem irão se manifestar, é só ir para as ruas e protestar, uma vez que existe corrupção na máquina federal, estadual e municipal de todo o país.

O Brasil que se enaltece como “o primeiro país a sair da crise” devido ao seu consistente mercado interno, apresentou como um dos setores mais pujantes o de 'desvio de verba pública', e o próximo presidente(a) se tiver visão poderia encarar os novos tempos criando um ministério voltado para esta atividade, o “Ministério de Superfaturamento e Desvio de Verbas”. A pasta teria carater pluripartidário, englobando vasto espectro ideológico – da esquesda à direita – , um verdadeiro estímulo a base aliada.

Garantimos aos tailandeses que após um ano por aqui, vocês irão pensar: “nossa, e nós fizemos aquele escarcéu todo por causa de 'um' corrupto?”

domingo, 16 de maio de 2010

Plágio plagiado.

Notícia da página virtual do jornal argentino Clarin deste domingo, 16 de maio, trás a manchete: Um deputado Kirshnerista apresentou um projeto de lei contra o plagio, plagiado.

O deputado que apresentou o projeto contra plágio, copiou “definições completas” de plágio do site “wikipédia”, sem sitar a fonte, o que é plágio. O jornal termina ironizando: “Não é seu primeiro projeto “copy-paste””.

Por sorte ainda é um projeto, se tivesse sido aprovado, teria sido processado por seu próprio projeto. Parece cachorro mordendo seu próprio rabo.

sábado, 15 de maio de 2010

Fim do voto proporcional: voto sem tradução.

A Comissão de Constituição e Justiça do senado(CCJ) aprovou proposta de emenda constitucional que acaba com a aberração do voto proporcional.

O eleitor vota predominantemente em candidatos, mas o sistema eleitoral transforma em voto partidário, então um candidato bem votado ao ter computado seus votos acaba elegendo outros sem votação por capricho dos sabichões da justiça eleitoral.

Os que votam em partidos são um contingente restrito. O mais democrático é serem considerados eleitos aqueles mais votados, os sufragados pelas urnas e não os que se deram bem pelo capricho das regras.

A mudança pode desagradar as legendas que perdem feudo eleitoral ao desvincular a porcentagem de votos recebidos em cadeiras no parlamento, mas está mais perto da compreensão, do entendimento do eleitor. O voto do eleitor é personalista, e a máquina eleitoral sempre traduziu em em voto partidário, ideológico. A mudança distancia desse moralismo atual e se aproxima da realidade brasileira.

Falta ainda a medida eleitoral mais polêmica: a do vota quem quer.