Não é de hoje que o comércio lança mão de estratégias para enganar o consumidor como o engodo "black-friday".
SEMPRE que aparece a chamada "a partir de", esse preço é simplesmente para chamar a atenção, para o consumidor é impraticável adquirir um
bem nas condições oferecidas, forçando que opte por outro com outro preço - mais caro. O principal interesse do comerciante é vender e o
menos importante é sua imagem. Por outro lado, vale a velha desculpa, "todo mundo faz", o consumidor já tem essa prática como comum.
Apesar do Código de Defesa do Consumidor, ainda vivemos numa selva, uma parte considerável de comerciantes lança mão de qualquer tipo
de estratégia para empurrar, vender, pouco ligando para ética ou o que o valha.
As consequências são claras: nenhum meio de comunicação falou da data importada como algo positivo, mas como uma situação de risco. O
"black-fryday", ou "black-fraude", como é chamada, colou no comércio a imagem de desonestidade, falsidade e de fraude descarada.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Armamento atômico - um problema regional?
Se Israel tem a bomba (nuclear), parece legítimo o Irã - seu principal adversário - tê-la.
Porém, se os persas a conseguirem, a Arábia Saudita e a Turquia prometem importá-la.
Israel, Índia e Paquistão já a possuem.
Na Ásia, China, Rússia e Coréia do Norte, também já a têm.
Teríamos a região mais instável do planeta saindo da corrida armamentista convencional para a atômica.
O que se pode esperar de um mundo irascível e intolerante armado com bombas atômicas?
Seria problema deles?
Porém, se os persas a conseguirem, a Arábia Saudita e a Turquia prometem importá-la.
Israel, Índia e Paquistão já a possuem.
Na Ásia, China, Rússia e Coréia do Norte, também já a têm.
Teríamos a região mais instável do planeta saindo da corrida armamentista convencional para a atômica.
O que se pode esperar de um mundo irascível e intolerante armado com bombas atômicas?
Seria problema deles?
domingo, 17 de novembro de 2013
É ou não é piada de salão?
A justiça brasileira condena alguém à prisão
e o deixa solto, sem acompanhamento enquanto cuida de seus trâmites
burocráticos. Quando resolve ir atrás, descobre que o esperto saiu do país há
45 dias.
Não se trata apenas do caso do mensalão. É
recorrente. E apesar de recorrente, legisladores e juízes continuam dormindo de
touca. Esses senhores devem explicações à nação.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Luxemburgo: a queda de um "Midas".
Não acompanho futebol, não
entendo de futebol, mas é curioso ver o técnico Vanderlei Luxemburgo sendo
demitido pelo fato do time sob seu comando, o Fluminense, correr o risco de
rebaixamento. Luxemburgo era o “Midas” – tudo o que toca vira ouro – todos os clubes que comandava tornavam-se
campeão. O que aconteceu? Perdeu a magia, a fórmula, os deuses o abandonaram,
interferência da diretoria?
Não se trata de um clube pequeno,
é um dos maiores de um dos maiores Estados do país, o Rio de Janeiro. Será uma
fase, ou o vencedor perdeu seu talento? Não acredito nisso. Acredito que mesmo
os vencedores podem passar por períodos de turbulência, mas não de ocaso.
Como dizia Lulu Santos, “não
desejamos mal a quase ninguém”. Lamento, espero vê-lo em situação melhor. O
futebol continuará a contar com minha falta de consideração.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Sobre o "rei do camarote".
De repente, rádio,
televisão, face e o mundo todo aparecem falando de um tal de “rei do camarote”,
qu’eu resolvi ver que bagaça é essa.
Um vídeo bobo
de um playboy que torra os tubos numa noite, anda de Ferrari e usa roupas de
grife resume o “meme”. Não é o primeiro cara a fazer isso nem será o último. A TV
Bandeirantes tinha um programa (que não assisti nenhum) em que mostrava um
bando de mulheres endinheiradas e que pela propaganda, o programa parecia
procurar exaltar o gênero “nada na cabeça”. Um programa que criava o
estereótipo da mulher endinheirada e
fútil.
Esse fulano
parece ir pelo mesmo caminho. Só não entendi o motivo da repercussão. Não vi
nada de relevante, engraçado, exótico, ou o que quer que o valha. Peca pela
insignificância e mediocridade. Desculpe minha ignorância, mas o quê que esse
vídeo ou esse cara tem ou falou que merece tamanha notoriedade?
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Marina-Eduardo: primeiras dissidências.
Marina enfrenta suas primeiras escaramuças públicas. A
bancada latifundiária começou a debandar.
Ronaldo Caiado (DEM-GO), que dirigia UDR, União Democrática Ruralista,
entidade criada para defender os interesses dos latifundiários na Constituição
de 1988 em detrimento dos sem-terra, tirou seu time de campo e a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) a principal
liderança hoje desse setor, solidária à Caiado, já disse que a eleição de
Marina, seria desastrosa. Kátia Abreu é presidente da Confederação da
Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), arredondando, associação de
latifundiários.
“Progressistas” usam o fardão da direita.
O governador de São Paulo Mário Covas (1995-2001), criou uma
norma que afastava o policial militar que no exercício de suas funções viesse a
matar alguém. Seu argumento era de que tirar uma vida tem consequências
psicológicas, então, para não
desumanizar o agente da lei, teria um acompanhamento profissional de seis meses
fora das ruas.
Setores conservadores da corporação, deputados e vereadores
que defendiam - e defendem – a polícia
que atira primeiro e pergunta depois, tratavam como “punição” o afastamento.
Por mais que o governador afirmasse que não se tratava de punição, o policial
teria um acompanhamento psicológico, os
trogloditas insistiam em sua argumentação.
É importante
ressaltar que esses policiais estão em contato direto com a população e devem
servi-la, protegê-la, não subjugá-la. A
polícia precisa ser eficiente sem ser autoritária nem formada por pessoas frias
e neuróticas. Quem viu a PM do governador Paulo Maluf, sabe do que estou
falando: um bando de gorilas fardados e em viaturas humilhando trabalhadores e a
população, enquanto os índices de violência aumentavam devido à política concentradora
de renda e excludente.
O policial que almejou o meliante que tentou roubar uma
moto, se foi afastado, não tenho essa
informação, é bom desconfiar da acusação de “punição”, essa é a
argumentação dos conservadores, da direita reacionária. Dentro de uma farda,
atrás de uma arma, existe um ser humano que não pode perder sua referência como
cidadão, pai, mãe, membro dessa sociedade que tem leis. Leis que devem ser
severas para castigar criminosos e proteger o cidadão de gorilas assassinos,
fardados ou não.
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